SSBI - Softwares & Soluções em Business Intelligence


     O BI se aplica a todos os processos, Produção, Distribuição, Controladoria/Finanças e Recursos Humanos que suportam a gestão de negócios e que fazem parte do contexto da moderna Administração de Empresas, disponibilizando de forma rápida e ágil as informações necessárias para tomada de decisão.

Produção

    O processo produtivo enseja uma cuidadosa análise de determinadas atividades como: custeio de produção, controle de estoque, mensuração de consumo de materiais, planejamento da capacidade, acompanhamento de lead-time, etc. Com um histórico, contido na base de dados, poderiam ser criados cenários que permitiriam traçar comportamentos futuros para novos processos de produção de um produto, ou ainda, servir de comparativo para a produção de um novo produto com características semelhantes a outro já existente. Outra necessidade, dentro da área produtiva é o acompanhamento da operação diária de uma fábrica e os custos inerentes a essa operação. Para atender a necessidades, como essa, já existem no mercado soluções específicas, desenvolvidas por empresas especializadas. Neste contexto, o conceito de BI vem de encontro a atender a elaboração desses cenários,assim como propiciar o mencionado acompanhamento.
    

Distribuição

    Talvez o processo atual que necessite de mais aplicações de TI, seja o de distribuição, por ser integrado a áreas, como Marketing, Vendas e Logística, tem como principal objetivo atender à necessidade do cliente quanto aos produtos e serviços oferecidos pela empresa.Não é por outro motivo que concepções tais como: a empresa orientada ao cliente, ombudsman, SAC (Central de Atendimento à Clientes), telemarketing, entre outras, e mais recentemente o CRM (Customer Relationship Management) têm estado cada vez mais presentes no dia-a-dia dos negócios. Com todo este aparato conceitual a empresa acaba contando com uma imensidão de dados, que nem sempre se encontram em uma mesma base, o que constitui um grande problema tanto para os profissionais da área de TI, como para os executivos das áreas citadas acima.Partindo desses dados, o BI pode, por exemplo, identificar novos hábitos de consumo de clientes ou melhorar o planejamento de distribuição de itens, através da identificação dos níveis de estocagem adequados, utilizando o critério de distribuição regional, em função do volume de vendas.

Controladoria/Finanças

    Todos os sistemas de EIS (Executive Information System) tinham, e muitos que ainda sobrevivem ainda têm, como característica identificar um comportamento futuro com base no histórico e na evolução de índices financeiros passados, para efetuar um comparativo com a evolução dos índices atuais. Um exemplo é a projeção de um fluxo de caixa que basicamente constitui-se das despesas e receitas e a respectiva diferença entre as mesmas, ao longo do tempo, com base em dados e ocorrências em períodos anteriores. No conceito de BI, essa projeção poderia ser obtida de forma mais ágil, do que as formas proporcionadas por muitos sistemas "caseiros" de EIS, que consistem em extrair informação para um banco de dados e fazer a manutenção dos dados por intermédio de planilhas eletrônicas, exigindo um grande esforço por parte dos profissionais de TI, responsáveis pelo EIS. Esse mesmo resultado, utilizando-se de ferramentas de Mineração de Dados, permite, por exemplo, a incorporação das regras de análise, próprias dos executivos que administram o fluxo financeiro; eles podem atuar sobre a base de dados existente de forma automática e contínua, possibilitando que toda empresa tenha acesso a essas informações, o mais rápido possível, não dependendo do esforço dos profissionais de TI para novos e freqüentes desenvolvimentos, em função das constantes necessidades de visões diferenciadas a respeito do comportamento do referido fluxo financeiro.

Recursos Humanos

     Existe uma máxima presente na maioria dos livros e cursos voltados para administração de empresas: a de que o recurso humano é mais importante e vital dentre os recursos de uma organização. Infelizmente a prática não demonstra essa máxima. Basta identificar o investimento que é feito nesse processo em comparação aos demais, para se estabelecer as diferenças. O que conforta é que pelo menos a noção predominante é a de reversão desse quadro.
As causas para este aparente abandono podem estar relacionadas à complexidade de determinadas atividades inerentes à área de RH, como a elaboração e o acompanhamento de um plano de carreira. Outro fator é a dificuldade de desenvolvimento pelas áreas de TI das empresas, de aplicações voltadas para a área de RH, principalmente porque essas aplicações estão sujeitas a modificações constantes provenientes da legislação trabalhista, o que acaba incentivando a contratação de "Birôs" externos para a execução de aplicações, a exemplo da folha de pagamento. Se todo o conhecimento à referida área fosse integrado estaríamos mais próximos de atingir a máxima citada anteriormente.
É justamente neste ponto em que o conceito de BI pode servir como elemento de suporte. Se contarmos com uma base de dados onde detivermos informações acerca de promoções, tempo de ocupação de cargos, qualificações, etc..., poderíamos estabelecer os critérios e deixar com que as sugestões de promoção fossem oferecidas de forma automática, cabendo aos responsáveis pelos profissionais a autorização final acerca de novas promoções.

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